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Do confinamento ao mercado final: programa Revista do Campo, da Rit TV, mostra como é estruturada a Carnes 5M

No final do mês de julho, o Confinamento 5M, em Luiz Antônio (SP), e a loja recém inaugurada em Ribeirão Preto, receberam a equipe do programa Revista do Campo para a gravação de uma matéria sobre o aumento do consumo de carnes Premium. A reportagem foi ao ar para todo o Brasil no dia 15 de agosto, pela Rit TV. Conduzida pelo repórter Gustavo Batista, ela abordou questões relacionadas ao campo, como medidas sanitárias e alimentação, além de falar sobre a diferença e a qualidade desse produto que vem conquistando o mercado.

Atualmente, a Carnes 5M oferece mais de 50 tipos de cortes em suas  boutiques, entre eles, alguns exclusivamente criados pela marca. Além das opções para levar para a casa, o cliente também pode escolher como quer que sua carne seja servida no primeiro restaurante da empresa, em Ribeirão Preto.

De acordo com a diretora do grupo, Michelle Moreno, é devido ao crescimento constante do mercado que eles investiram na abertura da terceira unidade do grupo e pretendem continuar expandindo e abrindo pelo menos mais uma unidade por ano no Estado de São Paulo. “A gente vem sentindo que o mercado de carne está crescendo muito. Desde a primeira loja que a gente abriu, nos sentimos muito abraçados pelo mercado, tendo uma resposta muito positiva”, afirma Michelle.

Já em Luiz Antônio, o confinamento do gado tem capacidade estática para 30.000 cabeças. Além dos animais próprios, destinados ao programa de carnes, a propriedade funciona em sistema de parcerias e trocas, com foco na engorda para abate ou exportação de gado vivo de outros clientes.

No Mato Grosso do Sul está o maior investimento do grupo: o cruzamento de matrizes Nelore com o sêmen de Angus, com o objetivo de produzir novilhas de carne macia e marmorizada. Ricardo Baldini, gerente do grupo, conta que houve um longo caminho até o modelo adotado. “A gente conseguiu essa equalização há cerca de quatro anos e meio atrás, quando ficou definido: nós vamos trabalhar com novilhas meio-sangue angus, abaixo de 20 meses”, afirmou.

Outro fator importante aprontado pelo responsável é sobre a alimentação do gado, uma dieta livre de caroço de algodão, desenvolvida especialmente pela equipe ao longo dos anos, que impacta no sabor e também no cheiro do produto final. Atualmente, os animais são alimentados com bagaço de cana, polpa de laranja e levedura.

A matéria aborda ainda como é estipulado o protocolo de entrada, com vacinas, fortificantes e parasiticidas que evitam que os novos animais tragam doenças. Já nos piquetes, a equipe da propriedade rural realiza diariamente rondas sanitárias para avaliar o gado e, caso haja algum problema, os animais são apartados para avaliação veterinária.

“Resultado de tudo isso é mais qualidade, com o abate de novilhas de 18 a 20 meses, com o peso médio de 440kg e bonificação do frigorífico, com valor 10% a mais que machos. Já são abatidas cerca de 50 cabeças por semana para abastecer os açougues de carnes especiais da empresa, e a expectativa é alcançar em breve 120 animais”, finaliza o repórter.